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PMDB - O Partido do Brasil

MDB/PMDB – completa 41 anos de história em SC

Sob a presidência do ex-governador Eduardo Pinho Moreira, o PMDB está de aniversário. Há 41 anos o foi eleito o primeiro gabinete executivo regional do MDB. Esse acontecimento histórico para os emedebistas catarinenses, ocorreu no dia 23 de abril de 1966, numa sessão realizada no plenário da Assembléia Legislativa de Santa Catarina, com a seguinte formação: Presidente Doutel de Andrade; Vice-Presidentes: Laerte Ramos Vieira, Genir Destri e Henrique Arruda Ramos; Secretário Valter Zigelli; Tesoureiro Haroldo Ferreira e vogais: Paulo Macarini, Rodrigo Lobo, Evilásio Caon, Walmor de Oliveira e Germano Amorim.

No dia 2 de junho de 1966 o Tribunal Regional Eleitoral , em sessão presidida pelo desembargador Marcílio Medeiros, dava o registro ao Gabinete Executivo presidido pelo então deputado Federal Doutel de Andrade.

Os que em Santa Catarina viveram aquela época recordam as dificuldades de todas as ordens que enfrentam para criar no Estado o MDB ou o Modebras ou, ainda, o Manda Brasil, como lembra seu ex-presidente Dejandir Dalpasquale. O autoritarismo vigente no País, com suas medidas excepcionais, colocava obstáculos de toda a ordem na formação do Partido de oposição, enquanto beneficiava o agrupamento que se formava para apoiar o movimento militar que depôs o presidente João Goulart.

O vice-presidente do PMDB, Saulo Vieira, um dos fundadores do Partido em Santa Catarina, é enfático ao afirmar que o quadro instalado de pressão, de coação, resultou num divisor muito claro: de um lado os que aderiram ao poder da época e, de outro lado, aqueles que tinham como único estandarte, não aceitação da quebra da ordem legal do País. O novo grupo político que se formava em Santa Catarina tinha sua base em militantes que vinham do antigo Partido Trabalhista Brasileiro – PTB, aos quais se juntaram lideranças expressivas do extinto Partido Social Democrático – PSD e União Democrática Nacional – UDN.

Formação do Partido – Começava a história do MDB em Santa Catarina. Começavam, também, as dificuldades para a formação do Partido em diversos rincões do Estado. Uma das primeiras viagens feitas por Doutel de Andrade ao interior do Estado foi ao Sul. Forte núcleo de ex-pepebistas pensou-se que seria mais fácil arregimentar as adesões necessárias à formação das comissões municipais. Após um dia e meio na região a reduzida comitiva emedebista contabilizava a frustração de duas adesões em Araranguá, três em Turvo e sete em Criciúma, lembra Saulo Vieira. Dejandir Dalpasquale foi o primeiro prefeito a se inscrever no MDB e conta que em Campos Novos as coisas não eram diferentes. As inscrições eram obtidas em visitas noturnas a simpatizantes da luta contra o regime militar.

Ele ainda lembra ser comum as esposas se filiarem ao Partido, como forma de participar das lutas de então e, também, permitir a obtenção do número legal de membros das comissões municipais. Anita Pires, a primeira mulher a presidir o MDB/PMDB em Santa Catarina gosta de dizer que foi com este início difícil, onde as mulheres mostraram toda sua garra na defesa de seus ideais e na exteriorização de seus princípios, o que transformou o Partido no depositário das esperanças de milhares de nosso Estado. Ela Lembra que, embora as posições machistas de alguns, as mulheres sempre souberam manifestar suas inquietações para marcar posições no MDB/PMDB. Genir Destri, outro ex-presidente do MDB/PMDB, e Saulo Vieira, gostam de lembrar o nome do ex-vice-governador Francisco Dalligna, eleito em 1965 juntamente com Ivo Silveira, ainda por conta da coligação PSD/PTB, como uma das mais importantes figuras no trabalho de arregimentação de militantes para o MDB. Genir lembra as dificuldades deste início, quando muitos temiam as perseguições, as prisões e as casacões. Mas a arregimentação de militantes da nova agremiação começou a ser feito. Neste contexto a cassação do vice-governador, em meados de 1966, foi um duro golpe na formação do Partido e a eleição de um novo vice-governador, marcada pela reforma na Constituição Estadual e pela entrega do cargo ao udenista Jorge Bornhausen, selava, também, o fim de uma aliança que havia levado Ivo Silveira ao Governo do Estado.

Emedebistas Históricos – E, desta época, os emedebistas históricos lembram atitude de um velho petebista/emedebista de primeira hora, o então Secretário de Justiça José Miranda Ramos, que ao saber da cassação de Dalligna e tomar conhecimento das tratativas para a eleição indireta de um novo vice-governador, limpou sua mesa, deixou o gabinete e disse a seus assessores diretos: 'vamos embora, não temos mais nada a fazer aqui'. Foi com atitudes corajosas que o MDB começou a ser formado. A campanha das eleições proporcionais já estava nas ruas em 1966 quando o Partido em Santa Catarina sofre novo golpe: seu presidente Doutel de Andrade era cassado. Houve tempo para registrar sua esposa Lígia e a campanha foi em frente. O MDB lançou dois candidatos ao Senado: Cid Pedroso, oriundo do antigo PTB e Brasilio Celestino Oliveira, egresso da ex-UDN. Foram derrotados, mas suas votações já mostraram que o MDB, apesar das dificuldades, começava a ter uma militância importante no Estado. À Câmara dos Deputados o Partido elegeu Lygia Doutel de Andrade, Paulo Macarini e Eugênio Doim Vieira (pai do ex-governador Paulo Afonso Vieira); para a Assembléia foram eleitos: Evilásio Caon, Pedro Ivo Campos, Genir Destri, Nilo Belo, Lourenço Brancher, IvoLuís Knoll e Carlos Buechler. Assim ia crescendo o MDB em Santa Catarina, com inúmeras dificuldades impostas pelo regime militar, mas cada eleição conquistando novos espaços. Nas eleições municipais de 1968 e 1969 - na época não eram simultâneas -, já houve vitórias em municípios importantes, como Campos Novos, com Dejandir Dalpasquale, fazendo seu sucessor e em Blumenau, com Evilásio Vieira, marcando o início de uma importante caminhada política. Quanto mais crescia o Partido mais obstáculos eram impostos pelos poderes de plantão. Agora eram cassados Genir Destri, Manoel Dias, Paulo Macarini, Eugênio Doin Vieira e Lygia Doutel de Andrade, numa relação que incluía outros nomes importantes do MDB, embora sem mandatos.

Militância Aguerrida – Mas, os percalços não fizeram a militância aguerrida do MDB desistir da luta pela consolidação do Partido. E, nas eleições legislativas de 70 a bancada federal, que havia sido toda cassada, quase dobra, passando de três para cinco membros. E a bancada estadual passa de seis para 11 membros. O MDB começava a ameaçar a hegemonia de todo partido da ditadura: a Arena. Ameaça esta que se fez mais presente, quando em 1972 o MDB aparece verdadeiramente como um Partido forte em Santa Catarina e elege prefeitos nas mais importantes cidades do estado: Joinville, Blumenau, Campos Novos, Joaçaba, Chapecó e Lages. E a hegemonia arenista em Santa Catarina foi quebrada definitivamente oito anos após a criação do MDB no Estado, quando em 1974 o Partido elegeu Evilásio Vieira para o Senado, derrotando o ex-governador Ivo Silveira. A eleição de Evilásio Vieira – o Lazinho - apesar de ter sido um marco na visão de poder do MDB, teve lances pitorescos no nascedouro da candidatura.

Como o candidato do Partido em 1970, Sebastião Neves, havia sofrido uma derrota fragorosa, ninguém queria se aventurar à nova derrota quatro anos depois. Uma reunião das principais lideranças estaduais do MDB em um gabinete na Assembléia Legislativa - lembram Saulo Vieira e Dejandir Dalpasquale - pretendia escolher, por consenso, o candidato do MDB ao Senado. Por sugestão de Laerte Vieira, o indicado foi Evilásio Vieira.

E aí, veio à discussão sobre quem seria o portador do convite a Lazinho? A simples sugestão de um candidato ao Senado, naquele momento, soava como uma agressão às pretensões eleitorais de qualquer emedebista. Dejandir levou o convite a Lazinho, que não quis nem pensar para responder. Não aceitava, pois queria ser candidato a deputado estadual. Ficou irredutível por algumas semanas, enquanto o trabalho de catequese era feito por Dejandir Dalpasquale e seus companheiros da direção do MDB. Convencido, Lazinho aceitou a missão e o Partido foi à luta para derrotar as oligarquias, a ditadura e a desgraça, até de alguns emedebistas. Em 74, além de Evilásio Vieira para o Senado, o MDB elegeu a bancada de 18 deputados estaduais e sete deputados federais.

O Partido estava consolidado em Santa Catarina. Luiz Fernando Galotti, ex-secretário da Executiva do PMDB e fundador do MDB, lembra que após as eleições de 74, o MDB catarinense passa a ter mais espaço nas decisões do Partido em nível nacional, como também destaca Saulo Vieira. Nessa ocasião a importância da bancada federal do MDB, faz que com a Executiva Estadual consiga trazer para Santa Catarina importantes eventos do Partido. Por aqui passaram constantemente as figuras legendáveis de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves, Thales Ramalho e tantos outros.

Partido de Oposição – Nessa ocasião Santa Catarina sediou o primeiro simpósio nacional de um partido de oposição dentro do regime militar. E a escolha, lembrou Ulysses Guimarães na época, deu-se não pela posição geográfica, nem pela densidade demográfica, ou pela facilidade de locomoção, mas pelo vigor do Partido em Santa Catarina. E foi assim: forte, consolidado e ciente de suas responsabilidades, que o MDB partiu para eleger em 78 seu segundo senador por Santa Catarina, Jaison Barreto.

Surgia um forte candidato ao Governo do Estado, nas primeiras eleições diretas para os governos estaduais após as realizadas em 1965, que aconteciam quatro anos depois, em 1982. Antes disso, os poderosos de plantão puseram a funcionar o chamado laboratório científico-político da ditadura militar. A manutenção do bipartidarismo estava tornando os pleitos plebiscitários.

O crescimento do MDB, por conta da existência de apenas dois partidos, começava a incomodar aos generais e seus bacharéis. Era necessário encontrar uma fórmula que brecasse o crescimento do MDB, que havia se transformado numa autêntica frente das oposições ao regime militar. A conseqüência foi à extinção do bipartidarismo, permitindo que novas agremiações políticas participassem do quadro partidário brasileiro.

Surge o PMDB – Surgem então, a partir de 15 de janeiro de 1980, o PMDB – Partido do Movimento Democrático Brasileiro, cujo registro provisório é concedido em 9 de junho do mesmo ano e o definitivo em 8 de julho de 1981. Em Santa Catarina, o Partido já nasce forte, pois as principais lideranças do velho MDB permaneceram unidas na nova agremiação.

A comissão provisória do PMDB no Estado foi criada em março de 1980 e era presidida pelo então deputado federal Pedro Ivo Campos, o qual também foi o primeiro presidente do novo Partido, após a constituição de seu primeiro Diretório Regional, ficando no cargo até novembro de 1981, quando o Partido passou a ser dirigido por Dejandir Dalpasquale. Em 1982 o PMDB estava pronto para chegar ao governo estadual. Uma pré-convenção escolheu o senador Jaison Barreto como candidato do PMDB ao Executivo.

A convenção do Partido homologou Jaison Barreto e indicou Pedro Ivo Campos como candidato ao Senado. A dobradinha era perfeita para a vitória. Havia uma demanda eleitoral voltada para o PMDB, pois existia uma tendência - demonstrada em 74 e 78 - de quebrar a sucessão rotineira que era imposta ao Estado.

A eleição de 82 ficou na história política de Santa Catarina e do PMDB como aquela que não foi negada ao Partido, mas, sim, tirada. É uma triste história que toda Santa Catarina conhece. Mas, a vitória tirada serviu, também, para que chegassem a algumas certezas. Uma delas a de que o Partido havia obtido a sua maioridade e que precisava se organizar ainda mais. E o acerto das medidas adotadas já pôde ser observado em 1985 quando elegeu todos os candidatos a prefeito na Capital e em seis municípios da região da fronteira. A pista para 86 estava pronta, era só acionar os comandos e o avião decolaria. Um avião chamado PMDB.

Pedro Ivo Campos – E veio a eleição de 1986. Pedro Ivo Campos e Casildo Maldaner eram os candidatos ao Governo. Dirceu Carneiro, Evilásio Vieira, Nelson Wedekin e Cid Pedroso foram os candidatos ao Senado. Muito mais preparado para a fiscalização das apurações, com a consciência de que seria governo pela primeira vez em Santa Catarina e embasado pelos encontros regionais de avaliação e planejamento de atividades que o comando do Partido realiza em todas as regiões do estado, o PMDB chegou a uma vitória maiúscula nas eleições daquele ano.Elegeu Pedro Ivo Campos e Casildo Maldaner para o Governo Estadual, Dirceu Carneiro e Nelson Wedekin para o Senado, uma representativa bancada de oito membros para a Assembléia Nacional Constituinte e 18 deputados estaduais.

Finalmente, o Partido passaria a governar Santa Catarina. Pedro Ivo Campos e Casildo Maldaner começaram a mudar as coisas na administração estadual. Começaram a contrariar interesses arraigados na administração e na política catarinense há décadas. Foram momentos difíceis, de incompreensões, mas que havia sido discutido com a sociedade catarinense e começou a ser implantado. Esta sociedade cansada de muitos anos viver sob domínio de oligarquias ou governos ditos `revolucionários`, queria e exigia as mudanças rapidamente. Isso era difícil em razão da péssima situação financeira do Estado e de uma reação sistêmica vinda de algumas elites do funcionalismo estadual que durante muitos anos serviram a governos oligárquicos. Foi um período em que o PMDB, acostumado a fazer oposição, também teve que amoldar um pouco a sua visão extremamente dura da gestão do poder.

Mas, os resultados começaram a aparecer: a preocupação com os setores da educação e saúde levou o povo catarinense a ter excelentes serviços nessas áreas; as combalidas finanças do Estado foram recuperadas; estradas foram abertas e asfaltadas; a segurança pública estendida a todos os recantos de Santa Catarina e nas ações do governo a materialização de um dos princípios básicos do programa do PMDB: `o reconhecimento de que o trabalho é o fundamento da riqueza coletiva e de que os interesses dos trabalhos se sobrepõem aos do capital`.

Casildo Maldaner – A doença que aconteceu ao governador Pedro Ivo Campos, também teve seus efeitos na administração. Apesar de manter todo seu vigor moral comandado com sabedoria as ações do Governo, o abatimento físico de Pedro Ivo Campos já não permitia sua presença constante à frente da administração. Com sua morte assume o Governo o vice-eleito Casildo Maldaner.

Homem do Oeste, Casildo logo implanta uma maneira diferente na condução do Governo. Simpático e de diálogo fácil, Casildo consegue, novamente, dar o vigor dos primeiros momentos da administração iniciada por Pedro Ivo Campos e o Estado continua a ser beneficiado por obras e serviços, todos voltados aos legítimos interesses da população catarinense, principalmente para aqueles de mais baixa renda. Mas, tudo isso não foi suficiente para que o PMDB elegesse em 1990 o seu candidato - Paulo Afonso Evangelista Vieira - ao Governo do Estado.

O desastre do Plano Cruzado e o fenômeno Fernando Collor, que teve em Santa Catarina o apoio de lideranças oriundas da Arena e com o comando do então PDS - hoje eles não gostam de lembrar - dificultou, em muito, a campanha do PMDB. A mídia massificou a campanha collorida, transformada no `bem` que luta contra o `mal` e o PMDB não teve forças nesta luta desigual. Mas o Partido estava certo e a história mesmo dois anos mais tarde, veio comprovar isso. Em Santa Catarina o desastre do Governo eleito em 90 também mostrou que o PMDB tinha a melhor proposta para a sua gente.

Em 1993 o catarinense Luiz Henrique da Silveira, detentor de sete mandatos de deputado federal, ex-deputado estadual e ex-prefeito de Joinville - o maior colégio eleitoral de Santa Catarina -, é eleito presidente nacional do PMDB. Era o reconhecimento que faltava à ação partidária dos homens públicos que durante quase trinta anos haviam conduzido o Partido no Estado. Mas, em Santa Catarina, o PMDB não se entregou ao sabor amargo da derrota de 90. Já naquele ano, em dezembro, começava um trabalho de peregrinação de seus principais líderes por todos os municípios do Estado, já alicerçando a vitória que ocorreria em 1994.

Paulo Afonso – Cabe ressaltar que este trabalho foi possível a partir de uma base estável que o Partido possuía, com sede própria, finanças em dia, assessoria constante aos diretórios municipais e aos movimentos que oxigenam a ação partidária, como a Fundação Ulysses Guimarães, Juventude do PMDB, o PMDB/Mulher e o Movimento Trabalhista. Por isso é importante lembrar a ação desenvolvida pelos ex-presidentes Neuto de Conto, Saulo Vieira, Anita Pires, Lauro Brito, Luiz Henrique da Silveira, Paulo Afonso Vieira e Zuleika Mussi Lenzi. Respaldados por executivas e diretórios, puderam colocar o Partido, novamente, na trilha da vitória.

E, mais uma vez o PMDB chegava ao poder em Santa Catarina, em 1994, com a vitória de Paulo Afonso Vieira e José Augusto Hülse para o Governo do Estado. Casildo Maldaner era eleito senador da República.

Luiz Henrique/Eduardo Moreira – Essa dupla responsável pelo maior feito eleitoral do partido em Santa Catarina. Venceu a eleição para governador e vice, com chapa pura, em 2002. Para disputar a reeleição, Luiz Henrique renunciou a nove meses de mandato, período em que Eduardo Moreira governou o estado, até o dia 31 de dezembro de 2006.

A reeleição do peemedebista Luiz Henrique da Silveira confirmou a quebra de um tabu histórico em Santa Catarina: trata-se do primeiro governador reeleito na história do Estado. A 12ª eleição disputada pelo político catarinense assegura um outro título ao peemedebista: o de especialista em reeleições. Quando foi prefeito de Joinville pela primeira vez, no final da década de 70, não era permitida a reeleição, mas Luiz Henrique fez seu sucessor, o emedebista Violantino Affonso Rodrigues. Eleito em 1996 para seu segundo mandato como prefeito de Joinville, em 2000 o povo joinvilense garantiu a reeleição de Luiz Henrique já no primeiro turno, com mais de 115 mil votos. Seu sucessor é o atual prefeito Marco Tebaldi (PSDB), vice de LHS no terceiro mandato do peemedebista.

 

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